Com o título de "Branding in the Digital Age: You’re Spending Your Money in All the Wrong Places", a Harvard Businness Review redigiu um artigo gigante sobre como a internet tem interferido nos hábitos de consumo e a relação entre consumidores e marcas. Não deixe de acompanhar o case CDJ. Se prepare para uma longa leitura. São 5 páginas de puro conteúdo.
Blog da turma de 2010/2 da Pós-graduação em Mídias Digitais e Interativas do SENAC Rio.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Você está gastando seu dinheiro nos lugares errados.
Com o título de "Branding in the Digital Age: You’re Spending Your Money in All the Wrong Places", a Harvard Businness Review redigiu um artigo gigante sobre como a internet tem interferido nos hábitos de consumo e a relação entre consumidores e marcas. Não deixe de acompanhar o case CDJ. Se prepare para uma longa leitura. São 5 páginas de puro conteúdo.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Entrevista: Sociedade Hierárquica x Sociedade Colaborativa
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Prosumers estão em todos os lugares
- Um fã de Kings of Leon, descontente com os novos rumos da banda, pegou duas músicas do álbum mais recente, as acelerou e colocou no YouTube como forma de demonstrar sua insatisfação. As músicas aceleradas ficaram melhores que as originais!
- Um site de compras direcionado para garotas adolescentes chamou um grupo de seu público-alvo para fazer parte do processo de planejamento e design do site. Não se trata de um grupo de foco, mas sim de co-criação. Nas palavras de um dos fundadores e diretor de desenvolvimento do site: "De nós falando para elas, passou a ser sobre nós ouvindo elas. Nós decidimos institucionalizar isso e incorporar em nossa cultura".
- Will Wright, o criador do jogo The Sims, agora se arrisca na televisão com um programa cuja proposta é ser totalmente criado pela sua audiência, que criará as histórias, votará nas melhores e verá o resultado ser produzido e exibido na TV.
Será que esses produtos darão certo? Será que o fã vai ser ouvido pela banda? Talvez. Mas esses exemplos demonstram que o envolvimento do seu consumidor nos seus produtos é cada vez mais um fator crucial para o sucesso dele.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Conheça a Geração Z, os nativos digitais que moldarão o futuro
Buscam todos os assuntos no Google. Entendem muito mais de tecnologias do que seus pais e usam todos os tipos de software com o conhecimento de quem nasceu com um chip embutido no cérebro.
Não conhecem a vida antes da internet, redes sociais, smartphones, notebooks, iPhones, iPads e e-books. E já se tornaram um grupo expressivo que deve ser levado a sério pelos departamentos de marketing e agências.
Eles fazem suas próprias marcas
A Geração Z é aquela que produz suas próprias marcas. Não se impressionam facilmente com as antigas táticas de publicidade porque eles próprios entenderam que há uma nova forma de marketing, e mais eficiente: os virais e o “self-defining endorsement”, ou seja, o mágico botãozinho do “like”, presente em boa parte das mídias sociais.
Um único “like” vindo de alguém que sobressaia em seu grupo de amigos é capaz de converter vários usuários em clientes de determinadas marcas e grifes.
Os “Zers” transformaram-se em parceiros de marketing das marcas, pois têm o poder de evangelização. O que os publicitários devem fazer para obter êxito em suas campanhas direcionadas a essa geração é distinguir os membros deste grupo (que já é o mais visado, em termos de marketing), pesquisar suas preferências online e usá-las para abordá-los e cativá-los.
E como isso é possível? Usando as mídias sociais como plataformas de mobilização.
Com a alma das redes sociais
Por terem nascidos com as novas tecnologias funcionando a todo vapor e criados “dentro” das redes sociais, essa garotada é calculista, prática, imediatista e tem um poder de concentração menor do que das gerações passadas.
Tudo isso deve ser levado em conta quando se faz um plano de marketing dirigido a esses meninos que, quando chegarem aos 20 anos de idade, serão consumidores tão conscientes como os que têm 30 anos atualmente. Por conta da simulação de jogos sociais como o “Farmville”, a Geração Z praticamente nasceu com tino comercial. Seu mantra poderia ser: “Arrisque menos, mas assuma os riscos certos”.
De olho nessa premissa, o site internacional Lockerz.com, cujo público-alvo é exatamente a Geração Z, lançado em junho de 2009, dispõe de redes sociais, jogos, músicas e vídeose já conta com 12 milhões de cadastrados.
A Lockerz vende itens de marcas, como equipamentos esportivos e de design, artigos eletrônicos e acessórios, além de oferecer planos para produtos digitais, como músicas, vídeos, arte e transfers. É uma loja de departamento online direcionada ao consumidor de 20 anos de idade.
Geração perturbadora
Isso porque, conforme afirmou o CEO da empresa, Kathy Savitt, todo adolescente de 13 anos sonha ter 20 (anos), e todos os indivíduos de 30 anos de idade ainda pensam que tem 20. A empresa, então, oferece tudo o que querem consumir.
Savitt acredita que os Zers serão a geração de consumidores mais perturbadora da história, por causa de sua natureza heterogênea, assim como a forma como usam a internet e o modo como sua fidelidade à marca tem mais a ver com a forma como descobrem coisas novas, em vez de fazerem sempre as mesmas coisas.
A Geração Z está em franca ascensão e tem tudo para se tornar a mais ágil, volúvel e difícil de ser seduzida. O marketing deve ser mais criativo, atraente e interativo e os publicitários têm que escolher a estratégia certa e a mídia adequada para garantir um relacionamento duradouro com esses teens. E a sua empresa, vai perder este bonde?